| Na hora de escolher a carreira, é bom se informar, planejar a longo prazo e não temer uma guinada no futuro Assustados, confusos, indecisos. É assim que muitos jovens se sentem na hora de escolher sua profissão, às vésperas das inscrições para os vestibulares. Aquela certeza desde pequeno do que se vai ser quando crescer não rolou. Surge o medo de não dar certo. E a angústia aperta mais diante do variado leque de alternativas de curso superior. São mais de 150 e, a cada dia, surgem novas opções de carreiras e de oportunidades de trabalho. O que fazer? Esse turbilhão de dúvidas não deve ser encarado como um problema grave. Especialistas garantem que a insegurança diante da escolha profissional é um sintoma saudável e produtivo. Com vários caminhos abertos à sua frente, o indeciso tem maiores chances de escolher melhor do que quem apóia sua certeza em fantasias. Por isso, recomenda-se que essa fase da vida seja enfrentada com tranqüilidade pelos jovens e sua família. Afinal, toda decisão pressupõe incertezas e uma dose de risco. E esse é o primeiro grande desafio do jovem diante do novo e do desconhecido. Uma forma de diminuir a pressão é saber que essa escolha profissional não é necessariamente definitiva. Novos caminhos vão surgir durante a faculdade, o mercado de trabalho pode exigir adaptações ou uma grande guinada na carreira. "A faculdade deve ser encarada como a escolha de uma plataforma, um alicerce para a construção da vida profissional", afirma Rubens Gimael, especialista em desenvolvimento de carreira da NeoConsulting. É comum encontrar engenheiros trabalhando na área de finanças, arquitetos se dedicando à área comercial, economistas cuidando de marketing. A mudança não significa fracasso nem frustração, mas sim a aceitação de desafios que a vida vai trazendo. Escolher uma profissão representa esboçar um projeto de vida, questionar valores, as habilidades, o que se gosta de fazer, a qualidade de vida que se pretende ter. E esse momento de reflexão pode render bem mais quando é compartilhado com a família. Mas, por excesso de liberalismo, muitos pais se omitem com a desculpa de não querer interferir na vida dos filhos. Um passo importante para o jovem indeciso é investigar, reunindo informações sobre as profissões e cursos oferecidos pelas faculdades. Há ainda a opção de buscar apoio em empresas de orientação vocacional. As transformações econômicas que atingiram o mundo de forma global impulsionaram novas e promissoras carreiras. São as profissões que envolvem inovações tecnológicas e áreas de inteligência e conhecimento. As carreiras tradicionais, como medicina, direito, engenharia, letras e administração, ainda são as mais procuradas nos vestibulares. Elas se renovaram e ganharam áreas de atuação que prometem sucesso e bons rendimentos, como o campo de biotecnologia para os advogados e o de meio ambiente para engenheiros. É bom também ficar antenado com o crescimento dos setores de serviços, lazer e entretenimento, meio ambiente e projetos sociais. Eles abriram oportunidades atraentes de trabalho para os profissionais com formação em biologia e educação física, que andavam em baixa, e valorizaram cursos que antes eram considerados de segunda linha, como relações internacionais, turismo e hotelaria. Em meio a tantas opções, o estudante deve ficar atento a algumas armadilhas. A primeira delas é acreditar que cursar uma boa faculdade vai livrá-lo do desemprego e assegurar o sucesso profissional. Uma boa escola pode até abrir portas no início da carreira, mas vale lembrar que existem muitos profissionais em altos cargos nas empresas que não vieram de cursos de primeira linha. Para os especialistas em recursos humanos, o sucesso numa profissão depende de 30% de conhecimento e 70% de atitude. Da mesma forma, decidir-se por uma carreira apenas porque ela está em alta no mercado normalmente é o caminho mais rápido para o abandono de uma profissão. "Quem não leva em conta sua afinidade com uma carreira ao fazer uma escolha fatalmente desistirá dela quando a oferta de trabalho cair", afirma a psicóloga Renata Mello, da equipe de orientação profissional do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), de São Paulo. O cuidado deve ser redobrado em carreiras com um campo de atuação restrito e que não possibilitam ao estudante mudar facilmente de área de trabalho, como oceanografia, odontologia e telecomunicações. No fim da década de 90, a expectativa de um mercado de trabalho promissor na área de telecomunicações levou à ampliação de vários cursos, como engenharia de telecomunicações, que agora não conseguem preencher todas as vagas. Há trabalho para profissionais de nível técnico e de manutenção, mas poucas vagas para cargos de direção e gerência. Ao mesmo tempo, o jovem que já se decidiu por uma carreira não deve desistir dela por causa do temor do desemprego – fantasma que ronda todas as profissões. "Quem faz a escolha certa tem mais autoconfiança, sobressai e chega ao sucesso", diz Renata Mello, do CIEE. Fonte: VEJA Jovens |
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Saiba como escolher a carreira certa para você
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Ensine o seu cérebro a concentrar-se
Deixar o celular longe, reunir o material de estudo de forma organizada, desligar a TV, sair da Internet, deixar água e algum lanche por perto, ficar sozinho e seguir um bom planejamento ajudam a melhorar o rendimento quando você precisa estudar, mas... cadê a concentração?
Se mesmo com toda a preparação do mundo seus pensamentos continuam bem longe da matéria que você precisa estudar e está difícil focar no mesmo texto ou exercício, dê uma olhada nestas três técnicas. Você pode usá-las separadamente, ou fazer um combinado para ajudar seu cérebro a se concentrar. Sim, é possível treinar o cérebro para focar numa única tarefa por mais tempo, do mesmo jeito que se pode treinar o corpo para fazer musculação, aprender capoeira, dançar ou correr uma maratona.
A Técnica Pomodoro, inventada em 1980 por Francesco Cirillo, é um método de gerenciamento do tempo. A ideia é simples: usar um timer para marcar pequenos períodos de produtividade. Você pode usar um daqueles timers de cozinha, qualquer relógio ou mesmo o seu celular. O método recomenda 25 minutos de concentração, mas você pode chegar lá aos poucos.
Antes de iniciar sua tarefa, lista de exercícios ou leitura, programe o alarme para um tempo curto, digamos, 10 minutos. Ao fim desse intervalo, faça uma pausa de dois minutos. Repita até completar quatro ciclos e faça uma pausa maior. Vá aumentando o tempo de concentração aos poucos, de cinco em cinco minutos, até alcançar o período ideal para você.
O objetivo aqui, em vez de largar tudo e sair correndo, é dizer a si mesmo que você vai fazer só mais cinco coisas antes de desistir. Podem ser mais cinco exercícios, cinco questões daquela prova do vestibular anterior, cinco páginas do texto, cinco parágrafos do livro obrigatório, ou mesmo cinco linhas! Quando acabar, do mesmo jeito que você aperta o botão do despertador pra dormir mais cinco minutinhos, fale pra si mesmo: “só mais cinco”.
Ao quebrar a tarefa “de cinco em cinco”, você vai aguentá-la por mais tempo e, quem sabe, até cumprir o objetivo sem muito sofrimento.
Esta técnica de meditação pode ser aplicada em qualquer hora, em qualquer lugar. Vale para quando você precisa se concentrar nos estudos, mas também ajuda a baixar a ansiedade hora da prova.
O passo-a-passo é muito simples, está explicado num vídeo de mais ou menos cinco minutos e está em inglês, mas tem legendas em português. Clique aqui para ver o vídeo.
Se mesmo com toda a preparação do mundo seus pensamentos continuam bem longe da matéria que você precisa estudar e está difícil focar no mesmo texto ou exercício, dê uma olhada nestas três técnicas. Você pode usá-las separadamente, ou fazer um combinado para ajudar seu cérebro a se concentrar. Sim, é possível treinar o cérebro para focar numa única tarefa por mais tempo, do mesmo jeito que se pode treinar o corpo para fazer musculação, aprender capoeira, dançar ou correr uma maratona.
Técnica do Intervalo
Se está difícil de se concentrar, forçar a barra para passar horas e horas diante dos livros não ajuda em nada. Se a ideia é começar a treinar seu cérebro para tirar o melhor proveito das suas horas de estudo, vale começar aos poucos.A Técnica Pomodoro, inventada em 1980 por Francesco Cirillo, é um método de gerenciamento do tempo. A ideia é simples: usar um timer para marcar pequenos períodos de produtividade. Você pode usar um daqueles timers de cozinha, qualquer relógio ou mesmo o seu celular. O método recomenda 25 minutos de concentração, mas você pode chegar lá aos poucos.
Antes de iniciar sua tarefa, lista de exercícios ou leitura, programe o alarme para um tempo curto, digamos, 10 minutos. Ao fim desse intervalo, faça uma pausa de dois minutos. Repita até completar quatro ciclos e faça uma pausa maior. Vá aumentando o tempo de concentração aos poucos, de cinco em cinco minutos, até alcançar o período ideal para você.
Só mais cinco…
Não, não são aqueles “só mais cinco minutinhos” quando o despertador toca de manhã cedo. É uma técnica para resistir à vontade de largar tudo que bate diante de uma tarefa extensa ou aborrecida demais. É uma boa maneira de lidar com o desânimo que dá, por exemplo, quando aqueles 20 exercícios de Química parecem uma barreira intransponível, ou quando o livro não está nem na metade e você já pensa em desistir.O objetivo aqui, em vez de largar tudo e sair correndo, é dizer a si mesmo que você vai fazer só mais cinco coisas antes de desistir. Podem ser mais cinco exercícios, cinco questões daquela prova do vestibular anterior, cinco páginas do texto, cinco parágrafos do livro obrigatório, ou mesmo cinco linhas! Quando acabar, do mesmo jeito que você aperta o botão do despertador pra dormir mais cinco minutinhos, fale pra si mesmo: “só mais cinco”.
Ao quebrar a tarefa “de cinco em cinco”, você vai aguentá-la por mais tempo e, quem sabe, até cumprir o objetivo sem muito sofrimento.
Meditação Instantânea
Às vezes, o que atrapalha é a ansiedade ("Tem muita matéria pra estudar, não vou dar conta!"), ou um problema qualquer que não tem nada a ver com o estudo. Nesses momentos, é importante deixar a mente livre de preocupações para que o tempo de estudo que você separou seja o mais produtivo possível.Esta técnica de meditação pode ser aplicada em qualquer hora, em qualquer lugar. Vale para quando você precisa se concentrar nos estudos, mas também ajuda a baixar a ansiedade hora da prova.
O passo-a-passo é muito simples, está explicado num vídeo de mais ou menos cinco minutos e está em inglês, mas tem legendas em português. Clique aqui para ver o vídeo.
Fonte : Mundo Vestibular
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Confira os conteúdos mais cobrados em Física nos vestibulares e concursos
Você já deve ter se perguntado qual seria os conteúdos que não poderiam deixar de cair na prova de um vestibular . Pois bem, neste post trarei alguns conteúdos mais cobrados em Física nos vestibulares .

Os professores do Curso Anglo elaboraram para o Terra um resumo com os cinco principais assuntos de Física que devem se tornar prioridade dos vestibulandos nas últimas semanas que antecedem os provões. Então resolvi postar aqui e espero que vocês confiram .Conheça os conteúdos com maior probabilidade de aparecer nas provas de física dos vestibulares, e como estes devem ser cobrados:
Cinemática:Normalmente os vestibulares cobram o conceito de velocidade, com questões de percurso de veículo; conceito de aceleração, utilizando a aceleração e frenagem dos veículos como gancho e as equações dos movimentos, na maioria das vezes abordadas por encontros e ultrapassagens dos carros.
Os conteúdos que devem ser cobrados em física são: cinemática, dinâmica, trabalho e energia, hidrostática e dinâmica
Os professores do Curso Anglo elaboraram para o Terra um resumo com os cinco principais assuntos de Física que devem se tornar prioridade dos vestibulandos nas últimas semanas que antecedem os provões. Então resolvi postar aqui e espero que vocês confiram .Conheça os conteúdos com maior probabilidade de aparecer nas provas de física dos vestibulares, e como estes devem ser cobrados:
Cinemática:Normalmente os vestibulares cobram o conceito de velocidade, com questões de percurso de veículo; conceito de aceleração, utilizando a aceleração e frenagem dos veículos como gancho e as equações dos movimentos, na maioria das vezes abordadas por encontros e ultrapassagens dos carros.
Dinâmica:Destaque para as Leis de Newton e para a Dinâmica Impulsiva. Os dois conteúdos devem ser explorados com exemplos do cotidiano, como planos inclinados, choques entre bolas de bilhar e explosão de granada.
Trabalho e energia:As questões de Trabalho e Energia normalmente são abordadas por meio de situações práticas, como montanha-russa e globo da morte.
Hidrostática:É importante que os alunos dominem o Teorema de Stévin, normalmente associado com a pressão dos submarinos, o Teorema de Pascal e o Teorema de Arquimedes.
Termodinâmica:Na Termodinâmica, as Transformações Gasosas merecem atenção. Elas costumam ser cobradas a partir de enunciados que expõem um fato, como bexigas e pneus. Então, o aluno tem que associar o conteúdo de física com as determinadas situações. Outro tema certo é o Primeiro Princípio da Termodinâmica, que costuma aparecer relacionado aos movimentos das peças de um motor.
Fonte : Terra
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Nove ( 9 ) dicas para organizar os seus estudos
As aulas já começaram e com elas a preocupação com os estudos para o vestibular. Como será que devo organizar a minha rotina? Quantas horas por dia preciso estudar? Posso folgar nos finais de semana? Dá para trabalhar e estudar ao mesmo tempo?
- Confira dicas de como organizar o seu local de estudos
De acordo com coordenador do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo, Alberto Francisco do Nascimento, a primeira medida que o estudante deve fazer é montar um cronograma diário de estudos. "Faça uma tabela dividindo a semana de segunda-feira a domingo e coloque os horários de aula, estudo e descanso", explica o coordenador.
- Confira a tabela de horário de estudos de um aluno que faz apenas cursinho
- Confira a rotina de estudos de um aluno que vai para escola de manhã e faz cursinho a tarde
- Confira a rotina de estudos de um aluno que trabalha o dia todo e faz cursinho a noite
- Confira a rotina de estudos para aluno que estudará em casa
De acordo com coordenador do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo, Alberto Francisco do Nascimento, a primeira medida que o estudante deve fazer é montar um cronograma diário de estudos. "Faça uma tabela dividindo a semana de segunda-feira a domingo e coloque os horários de aula, estudo e descanso", explica o coordenador.
- Confira a tabela de horário de estudos de um aluno que faz apenas cursinho
- Confira a rotina de estudos de um aluno que vai para escola de manhã e faz cursinho a tarde
- Confira a rotina de estudos de um aluno que trabalha o dia todo e faz cursinho a noite
- Confira a rotina de estudos para aluno que estudará em casa
Manter essa rotina de estudos é o ideal para conseguir bons resultados nos vestibulares. Além disso, para o professor Alberto, também é fundamental descansar. "O ideal é que o aluno estude até às 21h45 e esteja na cama às 22h, para que ele tenha um sono tranquilo, para acordar bem disposto e assistir as aulas com concentração", comenta.
Veja a seguir as principais dicas para manter a rotina e a disciplina dos estudos em ano de vestibular.
Aula dada é aula estudada Se você faz cursinho de manhã, a dica é estudar sempre a aula que teve no dia. "Após as aulas, é necessário que o estudante estude as matérias que teve. Não deixe nenhuma matéria para depois", diz o coordenador do Anglo.
Estude até o começo da noite Para quem vai no cursinho pela manhã, o melhor é começar a estudar às 15h e manter os estudos até às 19h. Depois disso, tire uma hora, de preferência antes da janta, para ler jornais e revistas.
Estude de segunda a sábado O estudante que consegue manter uma rotina de estudos de segunda a sexta, deve aproveitar o sábado para revisar o conteúdo visto durante a semana. O domingo deve ser de descanso. Já para aqueles que trabalham e fazem cursinho a noite, ou vão à escola pela manhã e ao cursinho à tarde, deve aproveitar o final de semana para estudar a matéria que teve durante a semana no curso pré-vestibular.
Não deixe de fazer redações Tente escrever uma redação por semana. "Se o estudante não está na escola ou cursinho, peça para um amigo ou familiar ler o texto, para apontar possíveis erros e acertos", comenta Alberto do Nascimento.
Resolva provas de vestibulares antigos A partir do segundo semestre, o estudante pode, uma vez por semana, resolver, destinar até duas horas por dia para fazer questões de vestibulares passados.
Revise o conteúdo perto dos vestibulares De acordo com o coordenador Alberto, a revisão para o vestibular deve ser feita de 3 a 4 semanas antes das primeiras fases das provas. A revisão para a segunda etapa deve ser feita assim que o candidato souber do resultado da primeira etapa do processo seletivo que está participando.
Simulados o dia da prova O ideal é que o vestibulando faça um simulado por mês. "Além de medir o seu conhecimento e saber as principais dúvidas, com o simulado o estudante também treina a situação de prova", explica Alberto. Mesmo para quem estuda em casa, dá para simular. Baixe provas antigas e tente representar um dia de prova em casa.
O ato de estudar é solitário O estudante precisa de um lugar calmo para estudar, sem interferências externas. Muitas vezes ficar em casa pode atrapalhar, por isso é recomendável que o estudante fique na escola, no cursinho ou em alguma biblioteca pública, para garantir a concentração.
Mantenha uma atividade física regular É importante que o vestibulando separe uma hora do seu dia, de duas a três vezes por semana, para exercícios físicos. "Aconselho que o estudante mantenha a cabeça voltada 100% para os estudos. Deixe de fazer algumas atividades extras, como ballet ou música. Só mantenha, regularmente, uma atividade física", comenta o coordenador.
Fonte : Guia do Estudante
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Saiba como usar o FIES para pagar a sua faculdade
O que é o FIES?
Criado em 1999, o FIES significa Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior e é um programa do Ministério da Educação (MEC) que auxilia alunos matriculados em instituições de ensino superior não gratuitas.
Quem pode pedir o FIES?
É possível solicitar o financiamento pelo FIES em qualquer época do ano, quando tiver necessidade. Para isso, você deve:
- estar matriculado regularmente em curso de graduação não gratuito (se estiver em situação de trancamento geral de disciplinas, não poderá ser aceito no FIES).
- a instituição onde você estiver matriculado precisa ter avaliação positiva no Sistema de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e ser participante do programa.
- se a matrícula acadêmica estiver em situação de trancamento geral de disciplinas;
- se o aluno já foi beneficiado com o financiamento do FIES;
- se o aluno estiver inadimplente com o Programa de Crédito Educativo (PCE/CREDUC);
- se a mensalidade da faculdade comprometer menos de 20% da renda familiar mensal bruta per capita (com exceção de estudantes que de licenciatura e bolsistas do Prouni - veja mais informações a seguir) .
Qual o percentual mínimo e o máximo que pode ser financiado?
O percentual mínimo de financiamento é de 50% e o máximo é de 100%.
Se os encargos cobrados pela faculdade atingirem ou ultrapassarem 60% da renda familiar mensal bruta per capita, é possível conseguir um financiamento de até 100% pelo FIES.
Bolsistas parciais do Prouni que se inscreverem no FIES para o mesmo curso em que recebe bolsa do Prouni podem financiar até 100% dos
encargos pelo FIES, independentemente da renda.
Estudantes de cursos de licenciatura, independentemente da renda, também podem financiar até 100% dos encargos pelo FIES.
É possível financiar até 75% quando o percentual de comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita com os encargos educacionais for igual ou superior a 40% e inferior a 60%.
Quando o percentual de comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita com os encargos for estiver entre 20% e 40%, é possível financiar até metade dos encargos pelo FIES.
Quais são as faculdades aceitas pelo FIES?
Para ser aceito pelo FIES, o curso precisa:
- ser presencial
- ter avaliação positiva pelo MEC (nota maior ou igual a 3 no SINAES)
- caso ainda não tenha o conceito do SINAES, mas esteja autorizado pelo MEC a funcionar, o curso pode participar do FIES.
No site do MEC você pode consultar, por estado, quais os cursos aceitos pelo FIES.
Consulte aqui a lista atualizada.
Precisa ter feito o Enem para pedir o FIES?
Desde de julho de 2011, o Enem passou a ser exigido em alguns casos. Se você concluiu o ensino médio a partir de 2010, precisa ter feito o Enem para pedir o financiamento do FIES.
O Enem não é exigido se você se encaixar em alguma destas categorias:
- Professor da rede pública de ensino em exercício efetivo do magistério da educação básica que seja integrante do quadro pessoal permanente de instituição pública.
- Aluno regularmente matriculado em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia.
- Estudante que tenha concluído o ensino médio antes de 2010.
Precisa de fiador?
São três os casos em que você pode ser dispensado do fiador e optar pelo Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC) quando se inscrever no FIES:
- se for bolsista parcial do Prouni,
- se estiver matriculado em curso de licenciatura ou
- se a renda familiar per capita seja de até um salário mínimo e meio por mês.
Onde posso me inscrever para o FIES?
O processo de inscrição no FIES é feito pela internet.
Clique aqui para se inscrever no FIES.
Dúvidas?
Você pode conseguir mais informações sobre o FIES pela Central de Atendimento, no telefone 0800 616161.
Fonte: Mundo Vestibular
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Análise e interpretação de textos
Muitos estudantes se reclamam e afirmam que tem dificuldade em analisar e interpretar textos .. Será mesmo uma tarefa complicada ? Esse post trará algumas dicas e informações importantes que possa te ajudar ..
Para analisar e interpretar textos é preciso saber ler. Mas, como aprender a ler? Lendo. Alguém que deseje aprender a nadar terá de, inevitavelmente, entrar na água. O mesmo ocorre com a formação de um leitor: se ele não se dedicar ao exercício da leitura, debruçando-se sobre poemas, notícias e crônicas de jornal, romances, ensaios etc., jamais aprenderá a ler.
Mas a verdadeira leitura pressupõe compreensão. Não basta passar os olhos sobre as palavras, mas é preciso entender o significado delas - ou, pelo menos, aproximar-se do que o autor pretende transmitir. E, depois, para realmente analisar o objeto da nossa leitura, devemos proceder à identificação das características, dos atributos, das propriedades do texto.
Textos denotativos - um ensaio, uma dissertação, uma notícia ou reportagem - são escritos em linguagem conceitual. Esse tipo de texto - racional, que se apoia em conceitos, leis, princípios ou normas - pede do leitor uma postura objetiva.
Já os textos conotativos - a poesia e os gêneros de ficção, incluindo algumas crônicas - exigem de nós uma postura subjetiva, pois são escritos em linguagem poética. Ou seja, são textos que exploram aquele conjunto de alterações ou de ampliações que uma palavra pode agregar ao seu sentido literal (ou denotativo). Os meios para se alcançar esse tipo de expressão envolvem as diversas figuras de linguagem, a criação de personagens e uma infinidade de associações entre os vocábulos, criando, muitas vezes, um mundo à parte.
Para esses dois tipos de textos podemos estabelecer algumas regras gerais de leitura:
1. Cada novo texto é, também, um novo universo. Para apreender o que o autor pretende transmitir, devemos estar abertos ao novo. Então, antes de iniciar a leitura, procure esquecer o que lhe disseram sobre o autor - as críticas e os elogios -, e aproxime-se do texto sem preconceitos.
2. Se for um texto curto - artigo, notícia, crônica, conto, etc. -, leia-o integralmente, procurando captar o seu sentido geral, e só depois, reiniciando a leitura, proceda assim:
a) procure, no dicionário, cada uma das palavras desconhecidas ou cujo sentido lhe pareça estranho, duvidoso.
b) sublinhe ou circule, em cada parágrafo, a frase que expressa a ideia central daquele trecho.
c) faça anotações nas margens do texto, mas de maneira que elas expressem o seu pensamento, as suas interrogações, as suas concordâncias ou discordâncias, relacionando o texto às suasvivências pessoais e a outras leituras que você, porventura, tenha feito.
3. Se o texto for longo - romance, ensaio, tese, peça de teatro etc. - siga os passos acima, mas desde o primeiro momento da leitura.
4. Não tenha preguiça. A leitura exige, muitas vezes, que voltemos ao início do texto ou do capítulo, que retrocedamos alguns parágrafos, a fim de retomar certa ideia ou rever o comportamento, a fala de uma personagem.
5. À medida que você decodifica as palavras, procure relacioná-las com o todo. Ou seja, compreenda as palavras dentro do contexto (o conjunto de frases, o encadeamento do discurso).
6. Enquanto lê, estabeleça um duplo diálogo: com o autor e com você mesmo.
7. Quando o texto usar a linguagem conceitual, não faça uma leitura tímida: imagine-se concordando e, também, discordando das ideias expostas. Coloque-se no papel de defensor e de opositor. Depois, forme seu próprio julgamento.
8. Quando o texto utilizar a linguagem poética, imagine a cena, coloque-se no lugar das personagens. Muitas vezes, poemas e textos de ficção tratam de realidades completamente diferentes da nossa, o que exige uma leitura sem preconceitos. Não tenha receio: entre os gregos, transforme-se em grego.
9. Não seja um leitor crédulo, não acredite com facilidade em tudo que lê. Num texto conceitual, seja implacável com a argumentação do autor: ele realmente convenceu você? Quais as partes frágeis do texto? Quais as qualidades? Aja da mesma forma em relação ao texto poético: o enredo convenceu você? A história é verossímil (transmite a impressão de verdade) ou imperfeita, defeituosa? O bom leitor nunca é ingênuo.
10. Numa prova, não se esqueça:
a) leia o texto com calma, duas ou três vezes;
b) a cada questão, retorne ao texto e esclareça suas dúvidas;
c) esteja atento ao enunciado da questão, pois, muitas vezes, ele exigirá que você leia não só o trecho citado, mas um ou mais parágrafos.
d) muitas vezes, a resposta correta não corresponde exatamente ao que está no texto, mas apenas se aproxima do sentido geral.
Mas a verdadeira leitura pressupõe compreensão. Não basta passar os olhos sobre as palavras, mas é preciso entender o significado delas - ou, pelo menos, aproximar-se do que o autor pretende transmitir. E, depois, para realmente analisar o objeto da nossa leitura, devemos proceder à identificação das características, dos atributos, das propriedades do texto.
Textos denotativos - um ensaio, uma dissertação, uma notícia ou reportagem - são escritos em linguagem conceitual. Esse tipo de texto - racional, que se apoia em conceitos, leis, princípios ou normas - pede do leitor uma postura objetiva.
Já os textos conotativos - a poesia e os gêneros de ficção, incluindo algumas crônicas - exigem de nós uma postura subjetiva, pois são escritos em linguagem poética. Ou seja, são textos que exploram aquele conjunto de alterações ou de ampliações que uma palavra pode agregar ao seu sentido literal (ou denotativo). Os meios para se alcançar esse tipo de expressão envolvem as diversas figuras de linguagem, a criação de personagens e uma infinidade de associações entre os vocábulos, criando, muitas vezes, um mundo à parte.
Para esses dois tipos de textos podemos estabelecer algumas regras gerais de leitura:
1. Cada novo texto é, também, um novo universo. Para apreender o que o autor pretende transmitir, devemos estar abertos ao novo. Então, antes de iniciar a leitura, procure esquecer o que lhe disseram sobre o autor - as críticas e os elogios -, e aproxime-se do texto sem preconceitos.
2. Se for um texto curto - artigo, notícia, crônica, conto, etc. -, leia-o integralmente, procurando captar o seu sentido geral, e só depois, reiniciando a leitura, proceda assim:
a) procure, no dicionário, cada uma das palavras desconhecidas ou cujo sentido lhe pareça estranho, duvidoso.
b) sublinhe ou circule, em cada parágrafo, a frase que expressa a ideia central daquele trecho.
c) faça anotações nas margens do texto, mas de maneira que elas expressem o seu pensamento, as suas interrogações, as suas concordâncias ou discordâncias, relacionando o texto às suasvivências pessoais e a outras leituras que você, porventura, tenha feito.
3. Se o texto for longo - romance, ensaio, tese, peça de teatro etc. - siga os passos acima, mas desde o primeiro momento da leitura.
4. Não tenha preguiça. A leitura exige, muitas vezes, que voltemos ao início do texto ou do capítulo, que retrocedamos alguns parágrafos, a fim de retomar certa ideia ou rever o comportamento, a fala de uma personagem.
5. À medida que você decodifica as palavras, procure relacioná-las com o todo. Ou seja, compreenda as palavras dentro do contexto (o conjunto de frases, o encadeamento do discurso).
6. Enquanto lê, estabeleça um duplo diálogo: com o autor e com você mesmo.
7. Quando o texto usar a linguagem conceitual, não faça uma leitura tímida: imagine-se concordando e, também, discordando das ideias expostas. Coloque-se no papel de defensor e de opositor. Depois, forme seu próprio julgamento.
8. Quando o texto utilizar a linguagem poética, imagine a cena, coloque-se no lugar das personagens. Muitas vezes, poemas e textos de ficção tratam de realidades completamente diferentes da nossa, o que exige uma leitura sem preconceitos. Não tenha receio: entre os gregos, transforme-se em grego.
9. Não seja um leitor crédulo, não acredite com facilidade em tudo que lê. Num texto conceitual, seja implacável com a argumentação do autor: ele realmente convenceu você? Quais as partes frágeis do texto? Quais as qualidades? Aja da mesma forma em relação ao texto poético: o enredo convenceu você? A história é verossímil (transmite a impressão de verdade) ou imperfeita, defeituosa? O bom leitor nunca é ingênuo.
10. Numa prova, não se esqueça:
a) leia o texto com calma, duas ou três vezes;
b) a cada questão, retorne ao texto e esclareça suas dúvidas;
c) esteja atento ao enunciado da questão, pois, muitas vezes, ele exigirá que você leia não só o trecho citado, mas um ou mais parágrafos.
d) muitas vezes, a resposta correta não corresponde exatamente ao que está no texto, mas apenas se aproxima do sentido geral.
Fonte: Uol Educação
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Estudo aponta quais serão as profissões do futuro.
E aê você ja parou para pensar quais será as profissões do futuro ?
O crescimento da economia, nos últimos anos, fez o Brasil esbarrar na dificuldade de encontrar mão-de-obra especializada. Na próxima década, a disputa por gente qualificada será ainda mais acirrada, segundo uma pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Rio. O estudo ainda aponta quais serão as profissões mais procuradas até 2015.
Por: G1 - Globo.com.br
Fonte: Mundo Vestibular
O crescimento da economia, nos últimos anos, fez o Brasil esbarrar na dificuldade de encontrar mão-de-obra especializada. Na próxima década, a disputa por gente qualificada será ainda mais acirrada, segundo uma pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Rio. O estudo ainda aponta quais serão as profissões mais procuradas até 2015.
Engenharia de petróleo está no topo da lista das oportunidades e, em segundo lugar, aparece engenharia ambiental. Entre as atividades de nível superior, os analistas de sistemas também estão bem posicionados (quinto lugar).
Mas a indústria não busca apenas quem vai para a universidade. Das dez carreiras com maior chance de sucesso, seis são de nível técnico, como ajudantes de obras ou carreiras voltadas para a produção de cerâmica para construção e para a manipulação de medicamentos.
Confira a lista das profissões mais valorizadas, segundo o estudo:
Mas a indústria não busca apenas quem vai para a universidade. Das dez carreiras com maior chance de sucesso, seis são de nível técnico, como ajudantes de obras ou carreiras voltadas para a produção de cerâmica para construção e para a manipulação de medicamentos.
Confira a lista das profissões mais valorizadas, segundo o estudo:
- Engenheiro de Petróleo
- Engenheiro ambiental
- Técnicos em produção, conservação e de qualidade de alimentos
- Ajudantes de obras civis
- Analistas de sistemas computacionais (TI)
- Trabalhadores da fabricação de cerâmica estrutural para construção
- Técnicos de produção de indústrias químicas, petroquímicas, refino de petróleo, gás e afins
- Técnicos em fabricação de produtos plásticos de borracha
- Técnicos florestais
- Técnicos em manipulação farmacêutica
Por: G1 - Globo.com.br
Fonte: Mundo Vestibular
Qual profissão escolher ? Dicas que podem te ajudar .
Escolher a nossa profissão é uma tarefa complicada, achamos que queremos uma área mas a realidade é que queremos outra muito diferente, e assim muitos jovens ficam com dúvidaas, daí visitando o Mundo Vestibular achei uma página que fornecia algumas dicas para ajudar você a escolher sua profissão .. Então resolvi postar aqui, confiram ..
Passo 1 – Quem é você
Em meio a tanta pressão que costuma aparecer nessa época, é comum que o futuro vestibulando se esqueça do mais óbvio: a carreira escolhida precisa ter a ver com você! Saber quem você é, o que valoriza, do que gosta e não gosta, seus talentos e motivações é o primeiro passo para acertar na escolha da carreira.
Pense sobre suas habilidades, valores, interesses e personalidade. Pense naquilo que você sabe fazer bem, suas forças. Você é criativo? Organizado? Sabe se comunicar bem? Num trabalho de equipe consegue distribuir tarefas e liderar o grupo? Depois de descobrir e listar as qualidades que você tem e aquelas que deseja melhorar, é hora de refletir sobre os seus valores.
Seus valores são aquelas coisas que você considera importantes, o que vai dar significado e propósito para sua profissão.
Nesse estágio, vale a pena fazer um teste vocacional. Ele ajuda a entender, por exemplo, qual área de conhecimento combina mais com a sua personalidade.
Procure saber mais sobre carreiras e profissões que tem a ver com a sua vocação e quais os cursos que estão relacionados. Não se prenda somente aos cursos “conhecidos”. Tente olhar um pouco mais longe, pesquisando, por exemplo, quais as profissões que estarão em alta daqui a alguns anos.
Passo 3 – Tomar a decisão
Conversar com outras pessoas ajuda a consolidar e organizar as ideias. A decisão vai ser sempre sua, mas vale a pena ouvir quem já passou ou está passando pela experiência de fazer o curso que você quer.
Bater um papo com um profissional da área ou com coordenadores dos cursos, se tiver a oportunidade, também ajuda.
Procure se informar sobre o programa curricular. Muitas vezes, um mesmo curso pode ter variações de abordagem, duração e disciplinas oferecidas em diferentes faculdades.
Caso ainda esteja em dúvida, imagine como vai ser sua vida daqui a um, cinco e dez anos. Você se imagina fazendo esse curso? E depois de formado,
Passo 4 – Ação!
O quarto e último passo é o mais fácil. Se você já escolheu sua profissão e sabe qual (ou quais) curso(s) quer fazer, agora é buscar uma faculdade.
Espero que possa, aproveitar as dicas ..
Fonte: Mundo Vestibular
Passo 1 – Quem é você
Em meio a tanta pressão que costuma aparecer nessa época, é comum que o futuro vestibulando se esqueça do mais óbvio: a carreira escolhida precisa ter a ver com você! Saber quem você é, o que valoriza, do que gosta e não gosta, seus talentos e motivações é o primeiro passo para acertar na escolha da carreira.
Pense sobre suas habilidades, valores, interesses e personalidade. Pense naquilo que você sabe fazer bem, suas forças. Você é criativo? Organizado? Sabe se comunicar bem? Num trabalho de equipe consegue distribuir tarefas e liderar o grupo? Depois de descobrir e listar as qualidades que você tem e aquelas que deseja melhorar, é hora de refletir sobre os seus valores.
Seus valores são aquelas coisas que você considera importantes, o que vai dar significado e propósito para sua profissão.
Nesse estágio, vale a pena fazer um teste vocacional. Ele ajuda a entender, por exemplo, qual área de conhecimento combina mais com a sua personalidade.
Passo 2 – Conhecendo as oportunidades
Se no primeiro passo você olhou para dentro, no segundo você vai abrir a mente e olhar para fora. É o momento de buscar informações sobre as oportunidades que existem para você, com base na sua personalidade, valores, habilidades, preferências e áreas de conhecimento apontadas pelo teste vocacional.Procure saber mais sobre carreiras e profissões que tem a ver com a sua vocação e quais os cursos que estão relacionados. Não se prenda somente aos cursos “conhecidos”. Tente olhar um pouco mais longe, pesquisando, por exemplo, quais as profissões que estarão em alta daqui a alguns anos.
Passo 3 – Tomar a decisão
Conversar com outras pessoas ajuda a consolidar e organizar as ideias. A decisão vai ser sempre sua, mas vale a pena ouvir quem já passou ou está passando pela experiência de fazer o curso que você quer.
Bater um papo com um profissional da área ou com coordenadores dos cursos, se tiver a oportunidade, também ajuda.
Procure se informar sobre o programa curricular. Muitas vezes, um mesmo curso pode ter variações de abordagem, duração e disciplinas oferecidas em diferentes faculdades.
Caso ainda esteja em dúvida, imagine como vai ser sua vida daqui a um, cinco e dez anos. Você se imagina fazendo esse curso? E depois de formado,
consegue se ver exercendo essa profissão? Daqui a dez anos, já trabalhando, identifica aquelas qualidades, valores e habilidades que você listou no passo 1?
Qual curso? Chegou a hora da escolha...
Estes artigos podem ajudar:- Dicas para escolher a carreira certa
- Saiba como escolher o curso certo no vestibular
- Escolha sua carreira
- Como não errar na escolha da carreira
- Saiba mais sobre carreiras e profissões em nossa seção de Orientação Vocacional
Passo 4 – Ação!
O quarto e último passo é o mais fácil. Se você já escolheu sua profissão e sabe qual (ou quais) curso(s) quer fazer, agora é buscar uma faculdade.
Espero que possa, aproveitar as dicas ..
Fonte: Mundo Vestibular
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